O mercado automotivo brasileiro, um dos maiores da América Latina, ainda sofre os impactos da retração econômica que se iniciou em 2014 e desencadeou num lento crescimento do setor, além de altas taxas inflacionárias. Em meio à retração, empresas associadas à ANRAP (Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças) apoiam iniciativas de reaproveitamento, reciclagem e reuso de recursos na cadeia de produção de peças.

Juntas, as fabricantes mostram que o produto remanufaturado pode ser a melhor opção para quem quer economizar na hora de realizar a manutenção automotiva, por ser mais barato do que um item novo similar. A peça remanufaturada também prova ser perfeita para agilizar a reparação do transporte, deixando-o em plenas condições de operação. Isto porque o tempo de parada do veículo para manutenção é significativamente menor com o uso do remanufaturado, já que ele substitui o componente defeituoso sem a necessidade de ter que esperar pelo seu conserto. Neste caso, o casco (peça usada, não mais utilizável) é devolvido ao fabricante original, para ser usado como matéria-prima no processo de remanufatura.

A aposta no remanufaturado é uma tendência que veio para ficar, abrindo chances para frotistas e usuários realizarem uma manutenção de qualidade e estender a vida útil de veículos com um produto que se tornou “novo de novo”. A reconstrução da peça usada é realizada dentro das instalações do fabricante –  o único que detém o conhecimento da tecnologia para recuperar o casco, seguindo normas e testes rigorosos de fabricação global. O produto remanufaturado é seguro e confiável por sua certificação de procedência, originalidade e garantia de fábrica.

O setor brasileiro de peças remanufaturadas cresce, anualmente, a uma média de 10% – segundo a ANRAP. Apoiando esta expansão, fabricantes investem continuamente na modernização de suas plantas industriais para aumentar a diversidade de produtos remanufaturados oferecidos ao mercado.

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